Arquivo MensalNovember 2008
Projetos &TI André Dourado on 30 Nov 2008
Software grátis para fazer seu Plano de Negócios
nov.30, 2008
Ter um empresa (e de sucesso) é sonho de muita gente. Porém isso está longe de ser um sonho fácil de ser realizado. Exige um comprometimento fora do comum com seu sonho, muitas vezes abrindo mão de ganhos por anos, conseguindo o mínimo para necessidades básicas…embora em alguns casos , diga-se exceções, alguém consiga uma ascenção meteórica. O que se deve ter em mente é que uma boa idéia é apenas o começo, que aliás se provará sendo boa ou não ao passar pelo crivo do Plano de Negócios.
O Plano de negócios é (deveria ser ao menos) a base de toda empresa nascente. Mas o próprio plano de negócios exige bastante trabalho, e sendo bem feito, é a prova de fogo que vai definir a vialibilidade, o sucesso de uma idéia…ou seu fracasso, seu aborto prematuro. Nesta última hipótese, a tristeza do fracasso da bela idéia inicial é coberta pela bela quantia ($$) que você perderia havendo arriscado pela emoção. Mas afinal…
…O que é um plano de negócios?
O Sebrae define um plano de negócios como:
…um documento que reúne informações sobre as características, condições e necessidades do futuro empreendimento, com o objetivo de analisar sua potencialidade e viabilidade, facilitando sua implantação.
O Plano de negócios faz você “descer das nuvens” e analisar com frieza e clareza sua idéia de negócio. O Sebrae disponibilizou um ferramenta gratuita que lhe guiará na construção de seu plano de negócios, denominada SPPlan. Para fazer o download (http://www.sebraeshop.com.br/spplan/download.asp?site_origem=sebrae), é necessário se cadastrar com um CNPJ válido e aceitar os termos do contrato de licença. Quanto ao CNPJ, na minha opinião, acho um exagero sua exigência, afinal não seria mais sensato fazer o plano de negócios antes da abertura da própria empresa, esta que já dá um trabalhão além do custo de algumas taxas, e então definir se é viável abri-la? Enfim, caso você não tenha um e não queira arriscar, pode cadastrar-se pelo CNPJ de algum amigo.
O Plano de Negócio é estruturado em oito seções no software SPPlan. Apesar de parecer um plano complexo, o sofware auxilia no árduo trabalho através de uma interface intuitiva e amigável, e o que considero a melhor parte: um software construido levando-se em conta o Brasil como cenário e as necessidades peculiares de suas micro e pequenas empresas. Veja detalhe das seções abaixo:
- Sumário Executivo: É a primeira parte que será lida por um eventual investidor. Deve conter os pontos principais e mais interessantes do Plano. Não costuma ter mais de uma página.
- Descrição da Empresa: Contém um sumário da empresa, seu modelo de negócio, a natureza, sua história, estrutura legal, localização, objetivos, estratégias e missão. De uma a duas páginas.
- Produtos e Serviços: Descrição dos produtos e serviços da empresa, suas características, forma de uso, especificações, estágio de evolução. Máximo de duas páginas.
- Estrutura Organizacional: Como a empresa está organizada internamente, número de funcionários, principais posições, perfil do profissional. Máximo de duas páginas.
- Plano de Marketing: Aqui será descrito o setor, o mercado, as tendências, a forma de comercialização, distribuição e divulgação dos produtos, preços, concorrentes e vantagens competitivas. De cinco a seis páginas.
- Plano Operacional: Descrição do fluxo operacional, cadeia de suprimentos, controle de qualidade, serviços associados, capacidade produtiva, logística e sistemas de gestão. De três a quatro páginas.
- Estrutura de Capitalização: Como a empresa está capitalizada. Quem faz parte da sociedade, necessidades de capital de terceiro, forma de remuneração e estratégias de saída. De duas a três páginas.
- Plano Financeiro: Como a empresa se comportará ao longo do tempo do ponto de vista financeiro, descrições e cenários, pressupostos críticos, situação histórica, fluxo de caixa, análise do investimento, demonstrativo de resultados, projeções de balanços e outros indicadores. De cinco a seis páginas.
Ter um bom plano de negócios é o ponto de partida para se conseguir financiamento por bancos, investidores de start-ups, etc. Num artigo recente falei aqui sobre o empreendedorismo na área de TI e suas vantagens. Se você já tem uma boa idéia, algum capital, que tal começar a treinar? Eu já baixei e estou começando a testar minhas idéias!
E você, tem sonho de ter seu próprio negócio? deixe sua opinião nos comentários!
(Divulgação do software com créditos para a PcWorld)
Fonte: Carreira e Certificações em TI
O software pode ser baixado pelo link: Aqui
TI André Dourado on 29 Nov 2008
BB, para fidelizar o cliente, revela a Agência do Futuro
Fernanda à‚ngelo
Convergência Digital :: 28/11/2008
As agências tradicionais não serão extintas. Pelo menos é o que imaginam, com unanimidade, três dos principais executivos da instituição financeira. Como parte das celebrações de seus 200 anos, o Banco do Brasil apresentou nesta sexta-feira, 28/11, o recém-inaugurado espaço ‘Tecnologias do Futuro’, localizado na avenida Paulista, na capital paulista.
Trata-se de um local de exposição onde o público terá acesso à s avançadas tecnologias de atendimento bancário atualmente testadas pela instituição financeira. Entre as inovações apresentadas estão dispositivos de identificação biométrica, terminais de auto-atendimento interativos com telas touch screen, telefonia IP, soluções de videoconferência, televisão 3D, acesso ao internet banking pela TV digital e até mesmo a partir de consoles de videogames com suporte a conexão web.
“A idéia deste espaço é receber o público para entender a aceitação de cada tecnologia”, explica José Prolas Salinas, vice-presidente de tecnologia e logística do Banco do Brasil. “Queremos que o cliente nos ajude a determinar quais tecnologias implementar”, diz, lembrando que o espaço está à disposição do público e será volante.
“As novas tecnologias rodarão todo o País, inclusive para entendermos as diferenças e adaptações regionais necessárias”. acrescenta o executivo.
Todas essas tecnologias, no entanto, não colocarão fim à s agências tradicionais. “Sabemos que hoje, mais de 90% das transações bancárias são realizadas fora da agência. Por isso, as tecnologias de auto-atendimento devem evoluir e as agências serem mantidas como pontos de consultoria, relacionamento e oferta de serviços diferenciados”, prevê Salinas.
José Francisco Alvarez Raya, gerente-geral de infra-estrutura do Banco do Brasil vai além. Ele diz que, de fato, as instituições bancárias criaram uma espécie de barreira para dificultar a chegada do cliente à agência ““ aqui incluem-se as portas detectoras de metais; funcionários perguntando o que o cliente pretende fazer ali, entre outras práticas.
De volta ao passado, mas na linha do futuro
“A questão é que, embora o auto-atendimento seja realmente mais barato para os bancos, a ida dos clientes à s agências era fundamental para a sua fidelização. Com os obstáculos criados, essa fidelidade diminuiu”, afirma.
“O objetivo das novas tecnologias desenvolvidas pelo Banco do Brasil junto a parceiros é exatamente proporcionar ao cliente a possibilidade de interagir com o seu gerente, por exemplo, saber quem ele é sem, no entanto, precisar ir até a agência”, detalha. Seria trazer de volta a fidelidade do passado sem necessariamente fazer o correntista voltar a freqà¼entar a agência.
Sobre as tecnologias expostas no espaço Tecnologias do Futuro, os executivos do Banco do Brasil garantem que todas elas são factíveis de serem implementadas já. “O que precisamos é entender o que interessa aos clientes para então colocar os produtos em prática”, afirma Salinas, lembrando que para isso haverá, evidentemente, um período de implementação.
Glória Guimarães, diretora de tecnologia do Banco do Brasil, afirma que, a exemplo do que ocorreu no lançamento do iPhone, quando a instituição imediatamente lançou uma solução específica para o aparelho da Apple, também a tecnologia da TV Digital está pronta, apenas aguardando a aprovação do padrão Ginga.
“Aqui no espaço estamos testando a receptividade do cliente com relação à TV digital”, afirma. Da mesma forma, o banco espera uma definição de padrão de biometria para iniciar o seu uso em projetos piloto. “Este é um tema que já vem sendo debatido pela Febraban”, indica a diretora de Tecnologia do BB.
Tudo leva a crer que já no ano que vem algumas dessas novas tecnologias estarão em uso pelo Banco do Brasil. A tecnologia de RFID – de radiofreqà¼ência – já é utilizada pela instituição para a realização de inventário de patrimônio, como equipamentos de informática.”Em 2009 devemos ter um piloto e, ainda no segundo semestre começar a ver a tecnologia RFID no cartão dos clientes para identificá-lo quando ele chega em uma agência”, exemplifica Raya.
No caso da TV Digital, acrescenta Glória Guimarães, tão logo o Ginga venha a ser aprovado, o sistema entrará em funcionamento. “Temos um excelente CRM e um mapeamento dos tipos de cliente em cada região. Estamos prontos para colocar tudo em funcionamento”, garante a executiva.
Salinas afirma que o Banco do Brasil destina anualmente R$ 1,2 bilhão à área de TI. E que o primeiro foco será o investimento na evolução dos ATMs. “Eles precisam receber novas funcionalidades”, alerta.
Entre elas, por exemplo, o recebimento de contas em atraso (coisa que atualmente só pode ser feita no caixa da instituição emissora do boleto). “Hoje 30% das pessoas que vão até a boca do caixa o fazem para pagar boletos em atraso”, completa o gerente de infra-estrutura do BB, José Franciso Raya.
Fonte: Convergência Digital
TI André Dourado on 29 Nov 2008
Nova lei para call centers entra em vigor na segunda-feira
sexta-feira, 28 de novembro de 2008, 18h51
A proximidade do natal – quando há um aumento na procura pelos serviços de atendimento telefônico ao consumidor, os chamados call centers – é uma das preocupações das empresas para se adequar à s novas regras de regulamentação dos Serviços de Atendimento ao Consumidor (SACs), que entram em vigor na próxima segunda-feira, 1º.
“É preciso um pouco de sensibilidade para não causar stress em um momento de pico do mercado”, afirmou o diretor executivo da Associação Brasileira de Relações Empresa-Cliente (Abrarec), Stan Braz.
Segundo ele, além de enfrentarem dificuldades para adequarem o modelo operacional de acordo com a nova lei, as empresas também têm promover uma mudança comportamental nos atendentes dos call centers.
“Quando se fala que uma pessoa tem que ter uma atividade polivalente, ela tem que saber mais coisas, sobre mais produtos, com mais tecnologia. E isso é complicado”, apontou Braz, que criticou o prazo concedido pelo governo para as empresas se adaptarem e a falta de clareza sobre os termos e critérios para a aplicação de multas da nova legislação.
A Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) informou, por meio de um comunicado oficial, que acredita na importà¢ncia da regulamentação do setor, “para referendar as boas práticas e condenar as más”. Segundo a associação, as empresas de call center estão caminhando para se adequar à lei, o que requer soluções de tecnologia, gestão e recursos humanos. “A ABT vai continuar, como sempre, à disposição do governo para discutir e, inclusive, apontar outros caminhos regulatórios para a atividade do telesserviço”, afirmou a ABT no comunicado.
Mas de fato as novas leis impactarão fortemente o mercado e tende em aumentar os custos das empresas do setor. Tanto é que a empresa Cia. de Telemarketing, especializada na terceirização de serviços de call center, está contratando mais funcionários para trabalhar no setor de telemarketing receptivo, com o objetivo de se adaptar à legislação. A gerente da empresa, Lurdes Alves, analisa que, apesar dos treinamentos oferecidos, os atendentes podem demorar um pouco para se acostumar com as novas regras. “Com certeza, teremos alguns problemas no início, mas vamos nos adaptar”, disse.
A executiva avalia que a demanda dos consumidores pelo atendimento telefônico vai aumentar, assim como os gastos das empresas com telemarketing. “Hoje em dia, as pessoas preferem mandar um e-mail a ficar no telefone esperando. E, a partir do momento em que souberem que serão atendidos mais rapidamente, vão preferir ligar para falar sobre a ocorrência”, comentou. Atualmente, a empresa tem cerca de 130 funcionários para atender a uma média de 700 ligações por dia. As informações são da Agência Brasil.
Fonte: TI Inside
TI André Dourado on 29 Nov 2008
Agile indo para o buraco?
Guilherme Chapiewski
Novembro 22, 2008
Acabei de voltar de férias, já comecei a recuperar o atraso do meu Google Reader e não demorei muito para me deparar com a polêmica do momento…
Sei que muitos já fizeram isso mas não poderia deixar de comentar sobre o post do James Shore sobre o declínio e queda das metodologias ágeis. Recomendo a leitura do post, ou no mínimo do resumo do InfoQ.
O ponto do James Shore é muito simples: as pessoas estão querendo ir direto para a sobremesa e esquecendo de comer seus vegetais. Agile é muito mais do que desenvolver iterativamente, fazer stand-up meetings e planejamentos ágeis. Não dá para ignorar todas as práticas de engenharia de software que realmente fazem com que a produção e mudanças em softwares sejam ágeis, sem contar todos os princípios e práticas que a princípio podem não fazer muito sentido – como por exemplo exigir que o cliente esteja presente – mas no final fazem uma diferença enorme.
Outra polêmica muito grande é sobre a “popularização” do Scrum e seu mal uso. Como disse o Uncle Bob em um excelente post, usar uma metodologia ágil pura e simplesmente não faz com que você faça algo bom automaticamente. É perfeitamente possível fazer desgraças de design usando XP e com toneladas de código gerado com TDD, por exemplo. Será que ainda não deu para perceber que o caminho não é se apegar a metodologias e nomes? Elas são simplesmente uma porta de entrada!
Acho que isso tudo aconteceu porque com o “surto” de adoção e procura das metodologias ágeis, do dia para a noite surgiram milhares de especialistas ágeis. Esses agilistas espertalhões surgiram com dezenas de teorias malucas, princípios absurdos e uma quantidade incontável de barbaridades. O mais triste é ver que essas barbaridades são tantas que podem ser encontradas facilmente em listas de discussões, cursos, revistas, blogs e por todos os lados!
Estão pipocando comentários indignados (e com razão) sobre a deturpação de Agile, como o Christiano Milfont que comentou sobre a combinação estranha de Agile e CMMI, do Fernando Meyer sobre as pessoas não terem o pé no chão em relação ao Scrum, do Rafael Mueller, Phillip Calçado, Ivan Sanchez, José Papo e muitos outros comentando sobre o post do James Shore… Parece que muitas pessoas na comunidade – asssim como eu – têm receio que realmente estejamos entrando numa era de declínio das metodologias ágeis causada pelo seu mal uso e péssimo entendimento.
É realmente triste ver as metodologias ágeis sendo estupradas, é vergonhoso ver pessoas falando abobrinhas gigantescas sobre Scrum sem terem a menor idéia de como funciona e é enojante ver mensagens nas listas de discussões de pessoas que conseguem quebrar todos os valores do manifesto ágil em menos de um parágrafo. O triste resultado disso é que já dá para perceber em algumas pessoas o início de uma rejeição à metodologias ágeis…
Seja XP, Scrum, Lean ou qualquer outra, as metodologias ágeis serão tão boas e darão resultados tão bons quanto as pessoas que as usam.
Cuidado com os falsos agilistas, eles estão por todos os lados!
Fonte: Guilherme Chapiewski
TI André Dourado on 28 Nov 2008
Governo descarta adiar prazo de adequação à s regras de Call Center
Convergência Digital :: 27/11/2008
O ministro da Justiça, Tarso Genro, em entrevista à Agência Brasil, garantiu que não há qualquer plano para postegar a entrada em vigor do decreto que estabele as novas regras de atendimento ao consumidor. “Aqueles que debocharam da norma vão sofrer duras sanções do Estado”, afirmou.
Para Genro, o consumidor brasileiro vai deixar de ser “joguete nas mãos de gravações absolutamente arbitrárias” reproduzidas pelos Serviços de Atendimento ao Cliente (SACs). O ministro acredita que a partir de 1º de dezembro, o país irá vivenciar uma fase de transição e, em seguida, de adaptação. Muitas empresas, segundo ele, já estão se enquadrando e não haverá prorrogação de prazo para quem não cumprir as determinações previstas na legislação.
“Tivemos, desde a edição do decreto, em julho, praticamente seis meses para que as empresas se preparassem e aquelas que participaram das negociações e tiveram interesse e responsabilidade estão preparadas. As que não estiverem vão ter que se enquadrar e vão sofrer as sanções determinadas pela lei”, disse, após participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, nos estúdios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
As multas em caso de descumprimento de regras como ligações gratuitas e atendimento por um funcionário, quando solicitado, em no máximo 1 minuto, variam de R$ 300 a R$ 3 milhões, conforme estabelecido no Código de Defesa do Consumidor (de acordo com a gravidade da infração).
Algumas empresas, no entanto, de acordo com o ministro, têm utilizado gravações como “esse telefone está ocupado” na tentativa de estender o tempo de espera do consumidor na linha. Tarso afirmou que a estratégia representa “um golpe na lei” e “uma ofensa” e que a empresa que insistir na prática será devidamente responsabilizada. “Há empresas interessadas em melhorar o seu serviço porque sabem que vai haver uma concorrência entre quem atende melhor o cliente. O atendimento vai ser mais um indicativo para conquistar o cliente”, avaliou.
Questionado sobre a fiscalização do cumprimento das novas regras, ele afirmou que o trabalho será feito por meio de três vertentes, os departamentos de defesa dos direitos do consumidor nos estados e nos municípios, o Ministério Público e o próprio Ministério da Justiça, que pretende ainda lançar uma campanha publicitária informando o cliente de como proceder em casos de utilização de call centers.
“É um processo de implantação que exige uma mudança cultural nas empresas, uma mudança institucional. Não é só a mudança tecnológica. Elas têm que incorporar esse elemento como um elementos de disputa de mercado. É um momento novo e todo momento novo tem um processo de adaptação, mas o decreto está vigente e a lei será cumprida”, garantiu o ministro.
Tarso afirmou ainda que algumas empresas já contrataram mais profissionais para agilizar o atendimento ao consumidor, mas que outras, “que não levaram o decreto a sério e que acharam que era uma lei de recomendação meramente política”, serão punidas caso não se adequem. “Aqueles que debocharem da norma vão sofrer duras sanções do Estado”, reforçou.
*Fonte: Agência Brasil
Fonte: Convergência Digital
TI André Dourado on 28 Nov 2008
CPM Braxis clama por profissionais de TI no Brasil
A cada mês, abrem 340 vagas, mas somente 280 são preenchidas. Java, .Net, ERP e até Cobol são prioridades para a empresa de serviços de TI brasileira. Saiba como se preparar.
Bruno Ferrari, de INFO Online
26 de novembro de 2008
A maior dificuldade da CPM Braxis, uma das principais empresas brasileiras de serviços de TI, não é lidar com a crise financeira, conseguir novos clientes ou conviver com a altíssima carga tributária do Brasil. Todos os meses a companhia, que possui 5,4 mil funcionários, quebra a cabeça com o déficit em relação à s vagas que ela oferece em diferentes áreas de TI e os profissionais que aparecem para preenchê-las.
E não são poucas. De acordo com Alexandre Ullmann, gerente de recrutamento da CPM Braxis, todos os meses a companhia abre 340 vagas, mas consegue preencher apenas 280 postos. O déficit atual chega a 304 cargos que estão “sobrando”, de acordo com uma planilha conseguida com exclusividade pelo INFO Professional. As demandas maiores estão em profissionais de Java, .Net, Share Point, analista de suporte e ERP (Oracle e SAP). “A falta de profissionais acaba alterando a política salarial dos cargos. Tivemos de rever as remunerações por causa da demanda do mercado”, diz Ullmann.
Algumas dessas demandas são modismos, na visão do gerente: tecnologias que aparecem com grande apelo para os negócios, mas duram seis meses na prioridade das empresas. No entanto, há aquelas profissões que sofrem com a carência de pessoal, como os de ERP e Java. Só nesse mês, aliás, foram abertas 55 vagas para Java.
Segundo Ullmann, falta alinhamento das universidades com o que o mercado pede na prática. “A faculdade não ensina mais o Cobol, linguagem usada em mainframes e que ainda é demanda forte em bancos e empresas de telecomunicações. O Cobol não tem glamour para a carreira acadêmica e hoje muito profissionais especializados nessa linguagem têm mais de 50 anos”, diz Ullmann.
Quem indica amigo é
A dificuldade em preencher as vagas cria até programas de incentivo para o popular QI, ou Quem Indica. “O funcionário que indicar algum colega de fora e ele for contratato recebe um bônus em seu salário após três meses da admissão de seu amigo”, afirma Veronika Falconer, diretora de RH da CPM Braxis.
Outra estratégia da companhia tem sido investir na formação de estagiários. A CPM faz alguns programas ao longo do ano. O cara que consegue entrar na companhia está com a vida feita. Tem treinamento de três meses, seis horas por dia, e a garantia de ser efetivado 18 meses após o início do seu estágio ou seis meses antes de se formar.
No último processo, dos 38 mil inscritos, apenas 140 foram chamados. Os motivos? Falta qualidade técnica e inglês decente (não precisa nem ser fluente) aos que se formam no país. Segundo a empresa, 90% dos que avaliam o seu nível de inglês supervalorizam os seus conhecimentos. E a diferença é sentida na prática.
A CPM Braxis aplica testes de raciocínio lógico aos candidatos antes de serem chamados para dinà¢micas de grupo. E não é apenas nos cursos de TI que a empresa vai buscar seus futuros talentos. àreas de exatas, como estatística, física e matemática, também têm espaço no programa de estágio da companhia.
Quer ser contratado?
Para ter acesso ao banco de vagas da CPM Braxis, acesse a área de carreira no site da companhia. Há oportunidades em São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Salvador, Brasília e Rio de Janeiro. O destaque é para Salvador. Lá, a empresa está montando um pólo de exportação e está atrás de profissionais com inglês fluente e capacitação em Java.
Fonte: Info Professional
TI André Dourado on 28 Nov 2008
As lições que Linus Torvalds aprendeu sobre gestão de equipe
O criador do sistema operacional Linux revela como consegue manter motivado mais de mil desenvolvedores ao redor do mundo e dá dicas que podem ser replicadas pelos CIOs.
Steven Vaughan-Nichols, da CIO
Publicada em 28 de novembro de 2008 à s 08h00
Linus Torvalds dispensa apresentações nos círculos de especialistas em código aberto (open source). Ele é o criador, a fonte de inspiração e o responsável pelo desenvolvimento do sistema operacional Linux.
Torvalds deu o pontapé inicial no Linux quando ainda estava na faculdade, em 1991. Desde então, o sistema serviu de base para o desenvolvimento de empresas com faturamentos milionários, como Oracle, Novell e Red Hat. Além disso, é utilizado em um leque de máquinas, que vão desde servidores pequenos e desktops domésticos, até grandes computadores da Bolsa de Valores de Nova York.
Apesar do sucesso, Torvalds continua a selecionar e gerenciar a equipe de mais de mil desenvolvedores ao redor do mundo, unidos apenas pela Linux Kernel Mailing List e pelo sistema de gerenciamento de código-fonte Git. O especialista arrebanha não só entusiastas em grandes empresas ““ como IBM, Intel e SGI ““, mas também desenvolvedores ocasionais, que programam no porão de casa.
Como ele consegue manter todos motivados? E o que os CIOs podem aproveitar da sua experiência? Veja entrevista exclusiva na qual ele destaca os cinco pontos do sucesso:
Descubra pessoas em quem você possa confiar
Linus Torvalds ““ O princípio que me norteia é me empenhar muito para encontrar pessoas nas quais possa confiar e, depois, tentar sair do caminho delas o máximo possível. Não falo em confiança total, incondicional. Mas, se alguém é capaz de dominar um assunto, deve ser capaz de tomar todas as decisões diárias normais.
Seja confiável.
Torvalds ““ Da minha parte, procuro ser o mais confiável possível. E isso significa não surpreender as pessoas. Em outras palavras, não é uma confiança religiosa vaga, do tipo “˜tudo bem, amai-vos uns aos outros”™. Significa que as pessoas conhecem minhas opiniões e minha postura em relação à s coisas. Não precisam, necessariamente, gostar das coisas ou concordar com elas, mas, pelo menos, podem acreditar que sou confiável.
Seja honesto “” à s vezes, dolorosamente honesto
Torvalds ““ A propósito, faz parte do contexto não sentir vergonha de dizer indelicadezas ou demonstrar emoção. Prefiro insultar as pessoas por fazerem coisas imbecis e chamá-las assim [de imbecis] do que tentar ser educado e elas não entenderem minha real opinião em relação a algo.
Existe um ditado que diz: “Na internet, ninguém consegue ouvir quando você é sutil”. OK, o ditado, na verdade, é: “Na internet, ninguém sabe que você é um cachorro”, ou outra coisa qualquer, mas prefiro ficar com a versão do “˜sutil”™. Porque a sutileza ou o sarcasmo simplesmente não têm vez ou talvez não se apliquem a outras culturas.
Deixe outras pessoas opinarem
Torvalds ““ à€s vezes, é claro, você acaba tendo de dizer: “Eu estava errado”. E pode ser difícil. Mas costumo facilitar as coisas para mim escrevendo recados do tipo: “Você é totalmente idiota e incompetente e não vou usar este patch porque ele está visivelmente quebrado e é uma m… total. E veja por que…” Mas, no fim, incluo: “Talvez eu esteja sendo imbecil e você possa provar que não tenho razão, então, por favor, me explique porque você fez essa coisa horrível. Por favor”
Isso proporciona à s pessoas a chance de me dizer que estou sendo um imbecil e que estou errado, e que todos os motivos para tê-las chamado de idiotas eram inconsistentes.
Obviamente, não acontece com muita freqà¼ência. Ou talvez aconteça e as pessoas sejam educadas demais para comentar em público.
Não que eu tenha conhecido tantas pessoas educadas na área de desenvolvimento de kernel, mas, provavelmente, eu as espantei.
Combinação de franqueza e honestidade conduz ao melhor resultado
Torvalds ““ De qualquer modo, a teoria reza que é melhor as pessoas saberem como você se sente do que serem surpreendidas depois, quando você simplesmente se recusar a utilizar o código delas. Ou, pior ainda, você acaba aceitando código ruim porque acha difícil dizer que isso e precisa explicar por que está sendo recusado.
Observação adicional: quando Torvalds fala, as pessoas escutam.
O que Torvalds não mencionou foi que muitos projetos open source “patinaram” quando tentaram fazer todo mundo trabalhar na mesma direção. Os métodos de Torvalds podem parecer cruéis, mas funcionaram por mais de uma década.
Uma razão para isso é que quando Torvalds erra, mostra-se mais do que disposto a admitir o erro. Em outros projetos — não apenas os de desenvolvimento de software — a eterna recusa em admitir falhas reduz a confiança no líder e baixa o moral.
Se os métodos de Torvalds funcionam, talvez a razão mais importante seja o especialista posta uma opinião sobre alguém, os desenvolvedores prestam atenção à s suas reclamações. Eles não encaram os comentários como insultos ou indício de que ele não entende o trabalho que fazem.
Em outros círculos de desenvolvimentp, os programadores talvez abandonassem o barco. Nos círculos do Linux, os melhores desenvolvedores agà¼entam firme porque sabem que Torvalds realmente sabe o que está dizendo.
Fonte: CIO
TI André Dourado on 28 Nov 2008
Cresce o número de CIOs que se reportam a CFOs no País, diz Gartner
Esse cenário pode ser positivo para o principal executivo de TI, na medida em que representa uma barreira de proteção, mas, por outro lado, gera problemas, como a baixa participação em projetos fora da área de tecnologia.
Fabio Barros, do COMPUTERWORLD
Publicada em 27 de novembro de 2008 à s 08h05
Um recente estudo do Gartner – divulgado nesta semana – aponta para o crescimento no número de CIOs que passaram a se reportar para CFOs (Chief Financial Officer). “Em 2003, eram 18% e, neste ano, já são 28%”, detalha Ione Coco, vice-presidente regional do instituto para o Programa para Executivos América Latina.
De acordo com Ione, os números indicam que muitos CIOs deixaram de se reportar diretamente aos CEOs. O que muitos consideram negativo, mas que pode ter suas vantagens. “Por exemplo, o executivo deixa de se expor para a alta gestão e passa a ter na figura do CFO uma barreira de proteção”, analisa a vice-presidente.
Já sobre as desvantagens de ter um líder com perfil financeiro, a especialista cita que, com isso, o CIO tem menos chance de participar de projetos fora da área de TI. Para comprovar essa percepção, Ione cita que, no levantamento, detectou-se que 45% dos executivos que se reportam aos CFOs apresentam posição de liderança fora da área de tecnologia. E esse índice salta para 65% no caso dos profissionais que respondem ao CEO.
“O fato de o CIO reportar-se ao CFO ou ao CEO também é fortemente influenciado pelo segmento de atuação da companhia”, pontua a executivo, que afirma: “Em setores como telecomunicações e mídia, por exemplo, eles se reportam diretamente aos CEOs. Em outros, como manufatura e varejo, eles se reportam aos CFOs e isso não deve mudar tão cedo”.
Fonte: CIO
TI André Dourado on 28 Nov 2008
Oracle anuncia nova suíte de middleware orientada por eventos
Solução aprimorada resulta da rápida unificação de tecnologia BEA com o Oracle® Fusion Middleware, além de apresentar recursos para processamento de eventos complexos
Redwood Shores (EUA), Califórnia
Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
· As empresas precisam responder rapidamente à s condições do mercado em constante mudança. Para atender a essa necessidade, a Oracle acaba de anunciar uma nova versão do Oracle® Event Driven Architecture Suite (Oracle EDA Suite), componente do Oracle Fusion Middleware.
· A nova versão apresenta o Oracle Complex Event Processing 10g Release 3 (Oracle CEP 10g R3), antigo BEA WebLogic Event Server, uma plataforma completa e abrangente para processamento de eventos, que inclui um servidor de aplicação Java baseado na tecnologia OSGI, com a qual as empresas podem detectar, filtrar, analisar e correlacionar eventos de negócios distintos. Tudo isso incluindo, ainda, negociação de ações, inserção de pedidos e solicitação de serviços ““ para tomar decisões em tempo real.
· O Oracle CEP 10g R3 fornece um ambiente rico e de fácil utilização para o desenvolvimento de aplicativos de processamento de eventos, melhorando as operações de negócios. O software pode processar vários fluxos de eventos em tempo real, para detectar padrões e tendências.
· Dentre as melhorias apresentadas na nova versão do Oracle EDA Suite e do Oracle CEP estão cachê de eventos local e distribuído, incluindo forte integração aos serviços de cachê de dados distribuído do Oracle Coherence; gravação e reprodução de eventos; console de administração para visualização; recursos de cluster e ampliação das ferramentas de desenvolvimento Java.
· O Oracle EDA Suite 10g Release 3 é a mais recente de uma série de ofertas que integram tecnologia da Oracle e da BEA Systems, o que demonstra o rápido progresso da Oracle na unificação do software de ambas as empresas.
Fonte: Oracle Woman
TI André Dourado on 28 Nov 2008
Em meio à crise, IBM busca mais de cem profissionais de nível gerencial
IT Careers – Convergência Digital
:: Fernanda à‚ngelo :: 24/11/2008
Sob o slogan “Você@IBM – Trabalhe para o mundo“, a Big Blue divulgou no fim da semana passada um anúncio convocando interessados a se inscreverem para concorrer a uma das mais de cem vagas abertas na companhia. As oportunidades visam profissionais de TI de nível gerencial, incluindo gerentes de vendas e negócios, além de especialistas em desenvolvimento e suporte, para atuação em suas diversas áreas.
No anúncio, a IBM informa que as vagas são destinadas a profissionais talentosos, ousados e interessados em construir sua carreira em uma empresa global. Além disso, destaca seu programa para a contratação de pessoas com deficiência.
No site www.ibm.com/br/employment, os interessados podem consultar as vagas disponíveis, bem como obter mais informações sobre como concorrer a uma delas. Aqueles que forem admitidos começam suas atividades na IBM em janeiro de 2009.
Fonte: Convergência Digital
Olá! Desde que coloquei o site